Eduardo Kac - Biografia resumida


MAIS NOVO LIVRO EM PORTUGUÊS

Título: TELEPRESENÇA E BIOARTE: Humanos, Coelhos & Robôs em Rede
Data: 2013
Detalhes: 352 pgs
Autor: Eduardo Kac.

Idioma: Português
Resumo: Textos de Eduardo Kac publicados entre 1989 e 2009
Editora: EDUSP - Editora da Universidade de São Paulo
ISBN 10: 85-314-1393-1
ISBN 13: 978-85-314-1393-3


VEJA A NOVA OBRA DE ARTE TRANSGÊNICA DE KAC

História Natural do Enigma (2003/08) -- Kac criou um plantimal, uma flor produzida através de engenharia genética que é um híbrido do artista e Petunia. O plantimal de Kac expressa o ADN do artista exclusivamente nas veias vermelhas da flor. A obra é uma nova forma de vida à qual ele dá o nome de "Edunia". Desenvolvida entre 2003 e 2008, "História Natural do Enigma" foi exibida de 17 de abril a 21 de junho de 2009, no Museu de Arte Weisman, em Minneápolis.


LIVRO EM PORTUGUÊS

Título: Luz & Letra. Ensaios de arte, literatura e comunicação
Data: 2004
Detalhes: 432 pgs, 150 fotografias, 20 imagens a cores
Autor: Eduardo Kac. Introdução
: Abraham Palatnik. Prefácio: Paulo Herkenhoff
Idioma: Português
Resumo: Textos de Eduardo Kac publicados entre 1982 e 1988
Editora: Editora Contra Capa, Rio de Janeiro
ISBN : 858601186X



Eduardo Kac é representado com exclusividade no Brasil por:

Laura Marsiaj Arte Contemporânea
Rua Teixeira de Melo 31-C
Ipanema Rio de Janeiro CEP 22410-010 Brasil
Tel/Fax: 21-2513-2074


Já podem ser encomendados através da Livraria Cultura os livros:

TELEPRESENCE AND BIO ART

SIGNS OF LIFE: BIO ART AND BEYOND

LIFE EXTREME

THE EIGHTH DAY: THE TRANSGENIC ART OF EDUARDO KAC

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Para saber mais sobre os livros, clique aqui.


EDUARDO KAC

Eduardo Kac nasceu no Rio de Janeiro em 1962 e formou-se pela Faculdade de Comunicação Social da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. No começo dos anos 80 ele criou uma série de performances de conteúdo político e de humor em espaços públicos como a Cinelândia e a praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, e as escadarias da Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo. em 1983 Kac lançou o livro de artista "Escracho" (que se encontra na coleção do Museum of Modern Art, Nova Iorque) e realizou trabalhos na rede videotexto (1985/86), precursora da Internet. Em 1983 ele inventou a holopoesia, uma nova linguagem poética, e em 1984 participou da mostra "Como Vai Você, Geração 80?," no Parque Lage. Em 1985 fez exposição individual de seus holopoemas no Museu da Imagem e do Som de São Paulo e recebeu prêmio de aquisição do Salão Nacional de Artes Plásticas, no Rio de Janeiro. Em 1986 organizou a mostra "Brazil High Tech," na Galeria de Arte do Centro Empresarial Rio, e foi artista-residente do Museu de Holografia de Nova Iorque. Em 1988 apresentou em mostra individual na Funarte, no Rio de Janeiro, seu trabalho de holografia digital. Entre 1982 e 1988, Kac participou de várias exposições individuais e coletivas, sobretudo no Rio de Janeiro e em São Paulo, e escreveu cerca de 80 artigos sobre arte eletrônica, literatura e cultura de massa, em sua maioria publicados em jornais como Folha de São Paulo, O Globo e Jornal do Brasil. Estes artigos foram reunidos e publicados no livro Luz & Letra. Ensaios de arte, literatura e comunicação (Rio de Janeiro: Contra Capa, 2004). Em 1989 mudou-se para os Estados Unidos, onde obteve no ano seguinte o mestrado em artes plásticas na The School of the Art Institute of Chicago, instituição na qual é Professor Titular. Em 2004 recebeu o doutorado pela Universidade de Wales, no Reino Unido.

Pioneiro da arte digital e transgênica, Kac concebeu e desenvolveu a holopoesia a partir de 1983. A holopoesia é uma nova linguagem verbal/visual que explora as flutuações formais, semânticas e perceptuais da palavra/imagem no espaço-tempo holográfico. Kac propôs e desenvolveu a arte da telepresença a partir de 1986, quando apresentou na mostra "Brasil High Tech", no Rio de Janeiro, um robô de contrôle remoto através do qual participantes interagiam. Kac projetou a arte da telepresença internacionalmente com o projeto "Ornitorrinco", desenvolvido a partir de 1989. A arte da telepresença é uma nova área de criação artística que se baseia no deslocamento dos processos cognitivos e sensoriais do participante para o corpo de um telerrobô, que se encontra num outro espaço geograficamente remoto.

Por sua obra em holopoesia (termo criado por Kac), o artista recebeu em 1995 o Shearwater Foundation Holography Award, o prêmio internacional de maior prestígio no campo da arte holográfica, oferecido pela Shearwater Foundation, da Florida. Em 1998 recebeu o prêmio Leonardo Award for Excellence, da International Society for the Arts, Sciences and Technology. Sua obra de telepresença "Uirapuru" recebeu prêmio do júri internacional na Bienal do InterCommunication Center, Tóquio, 1999. Outros prêmios seguiram: Langlois Foundation, Montreal (2000), Greenwall Foundation, New York (2001), Creative Capital Foundation, New York (2002). Artigos que analisam sua obra já foram publicados nos jornais New York Times e Le Monde e nas revistas Flah Art, Der Spiegel, Artpress, Kunstforum, Wired, Tema Celeste, e World Art, entre muitos outros.

Obras de Kac são exibidas regularmente na América do Sul e do Norte, na Europa, na Austrália, e na Ásia. Ele publicou artigos e ensaios sobre arte em livros e jornais em dezenas de países. É membro do conselho editorial da revista Leonardo, publicada pelo MIT Press, e foi editor-convidado da revista Visible Language, publicada pela Rhode Island School of Design, através da qual publicou uma antologia sobre "New Media Poetry: Poetic Innovation and New Technologies," em 1996. Como membro do conselho editorial da revista Leonardo, Kac está publicando desde 1995 uma série de artigos que documentam a história da arte eletrônica no Brasil, de 1949 até o presente. O livro Eduardo Kac: Telepresence, Biotelematics, and Transgenic Art, com 150 páginas, foi publicado em inglês em Maribor, Slovenia, em 2000. Em 2005 a University of Michigan Press lançou o livro Telepresence and Bio Art -- Networking Humans, Rabbits and Robots, reunindo os textos do artista publicados de 1992 até 2002. Suas obras estão incluídas nas coleções de vários museus e em diversas coleções particulares.

Obras

Eduardo Kac mostrou a obra "Rara Avis" na Casa de Cultura Mário Quintana, em Porto Alegre, durante a I Bienal de Artes Visuais do Mercosul, entre Outubro e Dezembro de 1997. É uma obra de arte eletrônica, telepresencial e interativa, composta por 30 pequenos pássaros verdadeiros, um papagaio robótico dentro de um viveiro, um visor de realidade virtual, e múltiplas ligações bidirecionais com a Internet.

A obra já exposta no Nexus Contemporary Art Center em Atlanta (1996), no Huntington Art Gallery, em Austin, Texas (1997), e no Centro Cultural de Belém, em Lisboa (1997), remete o espectador ao espaço interior e exterior do aviário simultaneamente e propõe uma troca de papéis. A partir do momento que o espectador coloca o capacete virtual ele vê o espaço como se fosse o papagaio robótico. Os pássaros reais e o papagaio robótico (que possui duas câmeras nos olhos) estão num viveiro de frente aos visitantes. Com o visor de realidade virtual, os espectadores passam a ver e ouvir como se fossem o papagaio. O papagaio também toma o lugar do espectador, cuja visão é apreciada pelos monitores dos computadores remotos. Diretamente ligado `a Internet, o participante transmite seu ponto de vista à rede, e dela recebe os sons vocais do telerrobô, que afetam o ambiente local.

Durante o Simpósio Internacional de Arte Eletrônica, realizado em Chicago, em Setembro de 1997, Kac mostrou a obra "A-positivo", realizada com Ed Bennett. Trata-se de uma obra dialógica e biobótica, na qual um ser humano doa seu sangue em tempo real a um biorrobô; em troca, o biorrobô doa nutrientes, também de forma intravenosa, ao ser humano. O biorrobô extrai oxigênio do sangue humano, e com ele suporta uma pequena chama, um símbolo da vida que resulta da troca entre ambos. A obra propõe novas relações entre seres humanos e robôs, e ao mesmo tempo cria uma forma de arte eletrônica que se baseia no uso por robôs de elementos orgânicos vivos.

Para a exposição "Arte Suporte Computador", realizada na Casa das Rosas, em São Paulo, entre 11 de Novembro e 20 de Dezembro, 1997, Kac criou a obra "Time Capsule," na qual um microchip (transponder de identificação) é implantadao em seu calcanhar esquerdo. A obra levanta problemas sobre ética na era digital, sobre interfaces úmidos para elementos eletrônicos, e sobre a relação entre identidade e memória artificiais armazenadas dentro do corpo humano.

Inaugurando a "arte transgênica", Kac apresentou em 1999 a obra "Genesis" (detalhe abaixo, esquerda), realizada no contexto do festival Ars Eletronica, em Linz, Austria. Kac criou um"gene de artista": um gene sintético, inventado por ele mesmo e não existente na natureza. O gene foi criado através da tradução de um trecho em inglês do Velho Testamento para código Morse e depois de código Morse para DNA, de acordo com um código desenvolvido por Kac especialmente para esta obra (os traços do código Morse representam a timina, os pontos a citosina, o espaço entre as palavras a adenina e o espaço entre as letras a guanina; assim, tem-se os quatro constituintes fundamentais do ácido desoxirribonuclêico ou DNA cujas combinações formam o "alfabeto" ou código genético). A sentença bíblica diz: "Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra" (Gênese 1, 28). O gene foi introduzido em bactérias, que foram postas em placas de Petri. Na galeria, as placas foram postas sobre uma caixa de luz ultravioleta, controlada por participantes remotos na Web. Ao acionar a luz UV, participantes na Web causam mutação do código genético e assim mudam o texto contido no corpo das bactérias. Após a exposição, o gene foi lido de volta para o inglês, e o texto mutante publicado online na seção em inglês do site de Kac.


Kac gerou enorme polêmica internacional com sua obra "GFP Bunny" (2000), que incluiu a criação, através de engenharia genética, de uma coelha com GFP, ou Green Fluorescent Protein

(Proteîna Fluorescente Verde). Sob luz azul, a coelha emite luz verde. Kac chamou atenção para o fato de que a coelha é perfeitamente saudável e que ele assumia responsabilidade por seu bem estar. Desde o princípio o objetivo do artista era trazer a coelha para viver com ele e sua família em Chicago. O texto de Kac sobre "GFP Bunny" pode ser lido em português aqui <http://www.ekac.org/gfpgalaxia.html>.

Em 2001 Kac criou sua terceira obra transgênica, "O Oitavo Dia", uma verdadeira ecologia de seres trasgênicos verdes, todos criados com GFP. A obra, que se conectava à Internet de várias formas, ainda incluiu um robô biológico, o segundo criado por Kac. A obra foi apresentada no Institute for Studies in the Arts, Arizona State University, Tempe, Arizona.

Em seguida vieram as obras "Move 36" (2002/04), apresentada na Bienal de São Paulo (2004), a série "Espécime do Segredo sobre Descobertas Maravilhosas" (2006), apresentada pela primeira vez na Bienal de Singapura (2006), e a série "História Natural do Enigma" (2003-2008), apresentada pela primeira vez no Museu Weisman, em Minneapolis.

Em 2011 Kac criou e exibiu Aromapoetry (Aromapoesia).

Eduardo Kac é representado no Brasil com exclusividade por Laura Marsiaj Arte Contemporânea, Rio de Janeiro. Sua obra está documentada em oito idiomas em seu site <www.ekac.org>.



VÍDEO
text Título: Eduardo Kac: Eight Dialogues
Diretor: Bruno Vianna
Produção: Itaú Cultural (São Paulo)
Data: 2000
Duração: 30 min, NTSC
Entrevistas com: Annick Bureaud, Christiane Paul, Arlindo Machado, Eduardo Kac.
Resumo: Este vídeo é um panorama da obra do artista, desde suas performances na praia de Ipanema no começo da década de 80 até a sua criação recente de mamíferos fluorescentes. O vídeo aborda obras de telepresença, obras biotelemáticas, e de arte transgênica.

Para solicitar este vídeo, escreva para: Roberto Moreira S. Cruz <robcruz@itaucultural.org.br>

ou: Itaú Cultural Center, Núcleo de Cinema e Vídeo, Roberto Moreira S. Cruz, Av. Paulista, 149, São Paulo SP 01311-000 Brasil
Tel. 011-238-1746 -- Fax. 011-238-1726



Links e referências adicionais em português:


"Eduardo Kac é destaque em mostra no Museu Reina Sofia", Mariel Zasso, revista Select, 16 de outubro de 2012.


Clüver, Claus. “‘Arte transgênica’: a biopoesia de Eduardo Kac.” In Intermidialidade ou estudos interartes: desafios da arte contemporânea 2. Ed. Thaïs Flores Nogueira Diniz and André Soares Vieira. Belo Horizonte: Faculdade de Letras, Universidade Federal de Minas Gerais, 2012. 155–170.


“Entrevista: Eduardo Kac,” Cleomar Rocha. In: Edgar Franco(Org). Poéticas Visuais e Processos de Criação (Goiânia: Núcleo Editorial – FAV/UFG, 2011), pp. 91-102.


"Eduardo Kac e a escrita do corpo no espaço." BiancaTinoco, Revista Concinnitas, n. 17, 2010, pp.120-127. Instituto de Artes da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. <http://www.concinnitas.uerj.br/index.html>


"Criador e Criatura," Paula Alzugaray, Isto É, 24 Fev. 2010, pp. 94-95.


Entrevista com Eduardo Kac: "A arte é o laboratório da liberdade", Luísa Sandes, Portal PUC-RIO digital, 05/03/2010.


História Natural do Enigma -- Obra transgência de Kac desenvolvida entre 2003 e 2008 e apresentada em 2009.
Kac criou um plantimal, uma flor produzida através de engenharia genética que é um híbrido do artista e Petunia. O plantimal de Kac expressa o ADN do artista exclusivamente nas veias vermelhas da flor. A obra é uma nova forma de vida à qual ele dá o nome de "Edunia".


Cypher -- Obra transgênica de Kac que coloca nas mãos do espectador a decisão e o poder de literalmente dar vida à arte. A obra foi produzida e exibida em 2009.


"Eduardo Kac: A Poética da Comunicação Entre Espécies" [entrevista], Sheila Kaplan, Revista Ciência Hoje, Maio 2009.


"Um sopro de Luz e Letra em meio ao caos", Marcelo Tomazi, revista Ars, vol. 7, n. 13, 2009, pp. 42-45.Programas de Pós-Graduação da ECA-USP, São Paulo.


"Os limites entre o vivo e a máquina", por Rodrigo Martins, O Estado de São Paulo, caderno Link, 20 outubro 2008, página L10.


"Eduardo Kac. De passagem pelo Rio, o artista brasileiro radicado nos EUA fala sobre seus revolucionários projetos no campo da bioarte", por Marcelo Balbio, Revista O Globo, Domingo, 27/07/2008, pp. 15 e 16.


Tomasula, Steve. "(Gene)sis", in Amaral, Leila e Geiger, Almir. In Vitro, In Vivo, In Silicio (São Paulo: Attar, 2008), pp. 309-320. Originalmente publicado em: Dobrila, Peter T. and Kostic, Aleksandra (eds.). Eduardo Kac: Telepresence, Biotelematics, and Transgenic Art (Maribor: Kibla, 2000), pp. 85-96.


"Eduardo Kac: uma Conversa com o artista", por Simone Osthoff. Primeira publicação em português em: ComCiência, Labjor, Universidade Estadual de Campinas - Unicamp, <http://www.comciencia.br/comciencia/>, 2008. Tradução: Cristina Caldas. Publicada originalmente em: Art.Es, n. 23, Jan/Feb 2008, pp. 74-79.


Eduardo Kac, "Além do paradigma espacial: tempo e forma cinemática na arte holográfica," em: Maciel, Katia: Transcinemas (Rio de Janeiro: Contra Capa, 2008).


Marchal, Hugues. "O guia da casa da humanidade," Suplemento Literário de Minas Gerais, Belo Horizonte, Agosto 2007, N. 1304, pp. 37-41.


Figueiredo, Virginia de Araujo. “Kant after Kac," presented at 2007 Congress of the Latin American Studies Association, Montréal, Canada September 5-8, 2007.



Quintais, Luis. "Fluidez tectónica. As bio-tecno-ciências, a bio-arte, e a paisagem cognitiva do presente", Revista Crítica de Ciências Sociais, 79, Dezembro 2007: 79-94 (Universidade Lusíada do Porto, Porto).

"Biopoesia", Eduardo Kac. in: Alea, Fall 2008, Faculdade Letras da UFRJ (a sair). Tradução de Jorge Luiz Antonio.

Também reproduzido em: "Arte e Comunicação", Org. José Augusto Mourão, Revista de Comunicação e Linguagens, N. 37, Centro de Estudos de Comunicação e Linguagens, Departamento de Ciências da Comunicação, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa, Lisboa, Portugal, 2006/2007, pp. 11-16. Tradução de : Rita Conde.

Originalmente publicado em Cybertext Yearbook 2002-03, Edited by Markku Eskelinen & Raine Koskimaa, University of Jyvaskyla, Finland, 2003, pp. 184-185.


Crichton, Michael. Next (Rio de Janeiro: Rocco, 2007), p. 186-187. Clique aqui.


"Arte Transgência. Entrevista com Eduardo Kac", por Dolores Galindo, edição especial sobre ciência e arte de História, Ciência, Saúde Manguinhos, editada pela Casa de Oswaldo Cruz/ Fundação Oswaldo Cruz, Rio de Janeiro, Outubro 2006, vol. 13 suppl., pp. 247-256.


Flach, Sabine. “O artista come cientista” ("Der Künstler als Wissenschaftler"), DeSignis, N. 10, 2006, pp. 51-62 (Medios Audiovisuales entre Arte y Tecnología. Coordinador: Winfried Nöth con la colaboración de José María Paz Gago y Eduardo Peñuela). Gedisa. Barcelona. ISSN 1519 4223.


Nunes, Fábio Oliveira. “Gênesis: Arte transgênica via Internet”, Studium, N. 23, 2006, Universidade de Campinas, São Paulo, <http://www.studium.iar.unicamp.br>.


Veja a vídeo-entrevista com Eduardo Kac, por Antônio Fernando Cascais, realizada para a revista online Interact (www.interact.com.pt), por ocasião dos Encontros de Arte e Comunicação (Junho de 2005), Lisboa.

A entrevista tambem esta disponível no YouTube.


Camargo, Goiandira de Fátima Ortiz de e Patrícia Ferreira da Silva Martins. “O ver poético: Arnaldo Antunes e Eduardo Kac.” Goiânia: Signótica, v. 17, n. 1, p. 103-118, jan./jun. 2005.


Carvalho, Victa de. “Fotografias impossíveis: O desafio das imagens fantasmas”, Studium,  N. 22, 2005, Universidade de Campinas, São Paulo, <http://www.studium.iar.unicamp.br>.


"A Questão da Representação na Holografia", de Eduardo Kac, in: Kern, Maria Lúcia Bastos e Annateresa Fabris, orgs. Imagem e Conhecimento (São Paulo: Edusp, 2006), pp. 327-354. Texto originalmente publicado em 1993.


Figueiredo, V. A. "Arte como Natureza ou Kac segundo Kant"; Encontro Nacional de Filosofia daAssociação Nacional de Pós-graduação em Filosofia (ANPOF): XII Encontro Nacional de Filosofia da ANPOF, 1, 1., 2006.


“Os Desafios da Bioarte”, de Giselle Beiguelman, in: Giselle Beiguelman, Link-se (arte/mídia/política/cibercultura) (São Paulo: Peirópolis, 2005), pp. 9-14.


Oliveira Nunes, Fábio. "Gênesis: arte transgênica via Internet", Cadernos de Arte & Cultura, Número 0 , 6/11/2005 - Faculdades Integradas de Guarulhos, SP.


"Filosofia Selvagem", de Ronaldo Bressane, Revista V, número 14, Setembro/Outubro 2005, São Paulo, p. 34-35.



Rompendo as Dimensões, Mariana Peixoto, Estado de Minas, Domingo, 31 de julho de 2005.


"Arte Transgênica", Eduardo Kac (1998). Tradução publicada na Revista Ars, N. 3, 2005, Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo.


"Eduardo Kac no país das maravilhas", Didier Ottinger. Primeira publicação: Rabbit Remix (catálogo), Laura Marsiaj Arte Contemporânea, Rio de Janeiro, n.p.n. A exposição foi realizada de 19 de Setembro a 21 de Outubro, 2004.


"Do Poema Holográfico à Arte Transgênica : Entrevista a Eduardo Kac", João Urbano e Marta de Menezes, Nada, N. 6, Lisboa, Outubro 2005, pp. 66-83.


"Criação de Novos Seres Vivos: A Mutação da Arte", Eduardo Kac, Nada, N. 2, 2004, Lisboa, pp. 92-107.


"Uma nova genética para a arte. Eduardo Kac usa genes para discutir relação entre ser vivo e tecnologia", Caroline Menezes, Jornal do Brasil, Caderno B, 30 Setembro 2004, p. B4.


"O xeque-mate cibernético", Giselle Beiguelman, Caderno Mais! da Folha de São Paulo, 19 de setembro de 2004, pp. 14-15.


"Lance 36", Eduardo Kac, Oroboro, N.1, Curitiba, 2004, pp. 34-37. "Lance 36" é uma nova obra transgênica exibida na XXVI Bienal de São Paulo (Setembro 25 a Dezembro 19, 2004).


“Genesis”, Eduardo Kac, in: Leão, Lucia (org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Editora SENAC, 2005, pp. 281-294.


"A Tecnologia como ferramenta". Entrevista a Fernanda Albuquerque. Revista Aplauso, N. 62, Ano 7, 2005, Porto Alegre, pp. 36-37.


“Espaços Híbridos: A Arte da comunicação de Eduardo Kac”, por Kátia Maciel e Nina Velasco e Cruz. In: Tramas da Rede: Novas dimensões filosóficas, estéticas e políticas da comunicação, André Parente (org.). (Porto Alegre: Ediora Sulina, 2004), pp..255-264.


"Tecnologia genética à serviço da arte", Júlio Cavani. Diário de Pernambuco, Recife, 14 de Julho de 2004, p. C6.


"O Oitavo Dia", Eduardo Kac. Tradução de Ana Valéria Lessa. Originalmente publicado em português em: Maciel, Katia (org). Redes sensoriais: arte, ciência, tecnologia (Rio de Janeiro : Contra-Capa, 2003), pp. 259-264.


Dossiê Eduardo Kac, Concinnitas - Revista do Instituto de Artes da Uerj n. 4, ano 4, Mar 2003, Universidade do Estado do Rio de Janeiro..


"GFP Bunny" [Coelinha PFV], Eduardo Kac. Tradução de Irene Machado. Originalmente publicado em Dobrila, Peter T. and Kostic, Aleksandra (eds.), Eduardo Kac: Telepresence, Biotelematics, and Transgenic Art (Maribor, Slovenia: Kibla, 2000), pp. 101-131. Esta tradução será publicada em: Galáxia: Revista Transdisciplinar de Comunicação, Semiótica, Cultura, N. 3, Programa de Estudos Pós-Graduados em Comunicação e Semiótica-PUC-SP, 2002, pp. 35-58.


"Criando a Coelhinha Colorida (GFP Bunny)", Blake Eskin. Originalmente publicado em inglês em ARTnews, dezembro 2001, (Volume 100/Número 11), na seção especial The Next Wave: Ten Trendsetters to Watch (A Próxima Onda: Dez Nomes Ditando Tendências), págs. 118-119. Traduzido do inglês por Patricia Canetti, Canal Contemporâneo, Rio de Janeiro, Janeiro 2002.


"A Arte Híbrida de Eduardo Kac", Nina Velasco e Cruz,, in: 11o. Encontro Anual da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Comunicação - Compós, 2002, Rio de Janeiro. Anais do 11o. Encontro Anual da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Comunicação - Compós (CD-Rom). Rio de Janeiro: Compós; ECO-UFRJ, 2002.


"A experiência temporal e estética na inscrição tecnológica da obra transgênica de Eduardo Kac", Eduardo Jesus. In: 11o. Encontro Anual da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Comunicação - Compós, 2002, Rio de Janeiro. Anais do 11o. Encontro Anual da Associação Nacional dos Programas de Pós-graduação em Comunicação - Compós (CD-Rom). Rio de Janeiro: Compós; ECO-UFRJ, 2002.


"Kac questiona o natural e o artificial em toda a sua obra", Giselle Beiguelman, Folha de São Paulo, 04/07/2002.


"Estética transgênica", Cassiano Elek Machado, Folha de São Paulo, 04/07/2002.


"A coelhinha e a bioarte", Giselle Beiguelman, Originalmente publicado na revista digital Trópico, Universo On Line, em 27 Nov 2001, n.p.n.


"Estamos Inventando uma nova linguagem", Doris Miranda, Correio da Bahia, Salvador, 30 Julho 2002, Seção Folha da Bahia, p. 01.


"Arte na era dos biobots; Holopoesia e telepresença são alguns conceitos criados por Eduardo Kac", Fernanda Nidecker, Jornal do Brasil, 10/JUN/2002, Caderno Internet,. p. 7.


"Eduardo Kac : entrevista a Susana Correia", Cadernos de Design, Centro Português de Design, Lisboa, 2002.


"Entrevista com Eduardo Kac", Carolina Stanisci, LatinArte, Ano 2, N. 6, São Paulo, Novembro/Dezembro 2001.


"Entrevista com Eduardo Kac", Fernanda Lopes, Obraprima.net, 01-Aug-2002.


"Entrevista com Eduardo Kac", Lucia Leão, Revista do Centro de Comunicação e Artes do SENAC (a sair)


"Entrevista com Eduardo Kac", Fabiana de Carvalho, revista Play, Novembro 2001, pp. 92-93, São Paulo.


A arte e a ciência de confundir ciência e arte, Toni Marques. Publicado no jornal O Globo, 7 Maio 2001.


Corpos e Mentes em Expansão, Arlindo Machado. Publicado no livro: Arlindo Machado. O Quarto Iconoclasmo (e outros ensaios hereges), (Rio de Janeiro: Contracapa, 2001), pp. 70-93.


Por uma Arte Transgênica, Arlindo Machado. Publicado como parte da versão ampliada do texto : "Corpos e Mentes em Expansão", em: Arlindo Machado. O Quarto Iconoclasmo (e outros ensaios hereges), (Rio de Janeiro: Contracapa, 2001), pp. 70-93.

Publicado em espanhol como "Por un Arte Transgenico", em: De la Pantalla al Arte Transgenico. Jorge la Ferla, org. Buenos Aires, Libros de Rojas, 2000, pp. 253-260.


"Brasileiro diz ser o 1º implantado", Rafael Barion, Jornal da Tarde, São Paulo, April 7, 2002.


Eduardo Kac : Entrevista a Ricardo Basbaum. Originalmente publicado online em Agora (Agência de Organismos Artísticos), Rio de Janeiro, Julho 2000.


"Genes de Artista", Ana Correia Moutinho. Originalmente publicado na revista Visão, N. 449, 11 Out 2001, Lisboa, pp. 136, 138.


"Do pincel aos sistemas interativos", Sissa Arraes. Jornal do Brasil, Setembro 26, 2001.


Arte, ciência ou aberração?, Pedro Doria. No.Com, Rio de Janeiro, September 20, 2000.


A Arte na Era da Biotecnologia, Darlene Menconi. Isto É, N. 1563 (15 September 99), p. 66-69. O texto comenta o projeto "GFP K-9", de Kac, cujo objetivo é a criação de um cachorro transgênico saudável e feliz.


Poesia digital navega em busca de reinvenção, Flávio Moura. Originalmente publicado em Jornal da Tarde, Novembro 8, 1999, São Paulo. O texto afirma que a Internet oferece novos desafios e oportunidades para a criação de uma nova linguagem poética.


Do corpo para o robô e vice-versa, Machiko Kusahara. Publicado em inglês em Leonardo Electronic Almanac, December 1999. Publicado em português em Medusa, Ano 1, N. 8, Dez-Jan 99/2000, Curitiba, pp. 28-31. Tradução: Ricardo Corona. O artigo analisa a obra de Kac, com ênfase em obras biotelemáticas e de telepresença.


Para Além da Cyberarte: A Internet não é o limite, Entrevista de Eduardo Kac a Karla Mourão, originalmente publicada na rede em X News (http://www.xnews.com.br), Ano 1 - Número 6 - Outubro 1999. A entrevista foi realizada no Brasil por ocasião da conferência de Kac no simpósio "Invenção", realizado em São Paulo entre 25 e 29 de Agosto, 1999.


Chip na Veia, artigo de Eduardo de Jesus originalmente publicado na revista Palavra, Ano 1, N. 1, Abril 1999, p. 62. O artigo faz um levantamento, sintético, da obra de Kac do começo dos anos 80 até o fim dos anos 90.


Origem e Desenvolvimento da Arte Robótica, artigo de Eduardo Kac originalmente publicado em Art Journal, Vol. 56, N. 3, Fall 1997, pp. 60-67. A revista Art Journal é publicada pela College Art Association, New York. Publicado em português em: Cadernos da Pós-Graduação do Instituto de Artes da Unicamp, Ano 2, Vol. 2, N. 2, 1998, pp. 18-28.


Cápsula do Tempo, texto de Eduardo Kac sobre sua obra homônima. Publicado como folheto avulso pelo centro cultural Casa das Rosas, São Paulo, por ocasião da realização da obra, em Novembro de 1997. Tradução de Irene Hirsch e Solange Lisboa. Republicado como "Time Capsule", em Ars Telematica -- Telecomunicação, Internet e Ciberespaço, Claudia Gianneti, ed., Relógio D'Água/Goethe Institute, Lisbon, pp. 237-242, 1998.


Novos Rumos na Arte Interativa, artigo de Eduardo Kac sobre a arte interativa contemporânea. Originalmente publicado na revista Veredas, Ano 3, N. 32, Agosto de 1998, pp. 12-15 (versão resumida com o título "Além da Tela"). Veredas é publicada pelo Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro. Republicado na íntegra no livro Interlab : Labirintos do Pensamento Contemporâneo, Lucia Leão, ed., Editora Iluminuras, São Paulo, 2002, pp. 107-113.


"Holopoesia: A Nova Fronteira da Linguagem", Entrevista de Eduardo Kac a IV Whitman, originalmente publicado em inglês no Proceedings of the Fifth International Symposium on Display Holography,Tumg H. Jeong, Editor, Proc. SPIE 2333, Bellingham, WA, pp. 138-145 (1995).


"A arte da telepresença na Internet", texto de Eduardo Kac originalmente escrito em 1994 e publicado em diferentes versões nos seguintes países: Russia, Brazil, Espanha, Alemanha, e Estados Unidos. O texto articula alguns dos princípios básicos da arte da telepresença e aborda o projeto "Ornitorrinco".


"Eduardo Kac: Telepresença problematiza a visão", entrevista a Simone Osthoff, 1995. Originalmente publicado na revista Cadernos da Pós-Graduação do Instituto de Artes da Unicamp, Vol. 1, N. 1, 1997, São Paulo, pp. 7-12. Simone Osthoff é professora do Department of Art History, Theory, and Criticism, da The School of the Art Institute of Chicago.


"A arte da telepresença na I Bienal de Artes Visuais do Mercosul", de Evelise Anicet Ruthschilling. Publicado na revista Cadernos da Pós-Graduação do Instituto de Artes da Unicamp,Ano 2, Vol. 2, N. 1, 1998, pp. 46-49. Evelise Anicet Ruthschilling, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre, analisa a obra "Rara Avis".


"Artista põe a vida em risco", Patricia Decia, Folha de São Paulo, 10 de Outubro de 1997. Artigo sobre "Time Capsule" e "A-Positive".


"Artista discute o pós-humano", Giselle Beiguelman, Folha de São Paulo, 10 de Outubro de 1997. Texto crítico sobre "A-Positive".


"Artista implanta hoje chip no corpo", Mario Cesar Carvalho, Folha de São Paulo, 11 de Novembro de 1997. Artigo sobre "Time Capsule".


"Um microchip dentro do corpo", texto de Arlindo Machado originalmente apresentado no Paço das Artes, São Paulo, no dia 18 de Novembro de 1997, durante a mesa redonda "Mudanças de Enfoque na Arte". Texto crítico sobre "Time Capsule". Arlindo Machado é professor da Universidade de São Paulo e da Pontifícia Universidade Católica, São Paulo. A presente versão foi publicada na revista inglesa Performance Research, "On Line" special issue, London, 1999, pp. 8-12. Uma versão expandida foi publicada em espanhol como "Cuerpos y Mentes en Expansion", em: Arlindo Machado. El Paisaje Mediatico. Buenos Aires, Libros de Rojas, 2000, pp. 51-58. A versão expandida também foi publicada em português em: Arlindo Machado. O Quarto Iconoclasmo (e outros ensaios hereges), (Rio de Janeiro: Contracapa, 2001).


"Eduardo, o Pensador Digital", Antônio Henriques, Expresso, XXI Section, Lisboa, April 19, 1997, p. 10.


"Aspectos da Estética das Telecomunicações",texto de Eduardo Kac originalmente publicado em: Siggraph Visual Proceedings, John Grimes and Gray Lorig, editors; New York: ACM, 1992. Publicado em português no livro Comunicação na Era Pós-Moderna, Mônica Rector e Eduardo Neiva, organizadores, Editora Vozes, Petrópolis, 1997, pp. 175-199. O texto explora a teoria da arte das telecomunicações e revela obras de importância histórica realizadas entre 1922 e 1992.


A Poesia das Mídias Eletrônico-Digitais, de Jorge Luiz Antonio, Ciberlegenda Número 8, 2002, revista eletrônica, Programa de Pós-Graduação em Comunicação, UFF - Niterói - Rio de Janeiro.. Resenha sobre New Media Poetry: Poetic Innovation and New Technologies [A nova mídia poesia : a inovação poética e as novas tecnologias,], Eduardo Kac (Editor).Visible Language 30.2. Providence, Rhode Island, Rhode Island School of Design, Graphic Design Department, 1996.


"Holopoesia, Hypertexto, Hyperpoesia", texto de Eduardo Kac. Originalmente publicado em inglês em: Holographic Imaging and Materials (Proc. SPIE 2043), Tung H. Jeong, Editor (Bellingham, WA: SPIE, 1993), pp. 72-81. O texto avança as bases teóricas da holopoesia e comenta novos holopoemas criados por Kac em Chicago. O texto ainda comenta o hyperpoema "Tempestades" e traça paralelos entre a hyperpoesia e a holopoesia.


"Experiências recentes em holopoesia e holopoesia digital", texto de Eduardo Kac. Originalmente publicado em inglês em: Display Holography (Fourth International Symposium - Proc. SPIE 1600), Tung H. Jeong, Editor (Bellingham, WA: SPIE, 1991), pp. 229-236. O texto desenvolve as bases teóricas da holopoesia e comenta os primeiros holopoemas criados por Kac em Chicago.


"Sobre os Holopoemas digitais de Kac", texto de Joan Truckenbrod. Originalmente publicado em inglês no catálogo da exposição Holopoetry 1983-1990, realizada de Abril a Junho de 1990, no Museu de Holografia, em Nova York, p. 5.


"Holopoesia: de 'Holo/Olho' a 'Quando?' ". texto de Eduardo Kac. Originalmente publicado em inglês em Leonardo, Vol. 22, No. 3/4, 1989, pp. 397-402, com o título "Holopoetry and fractal holopoetry: Digital holography as an art medium". O texto apresenta as bases teóricas da holopoesia e comenta os holopoemas criados por Kac enquanto morava no Brasil.


"Um Unicórnio na matemática", texto de Reynaldo Roels Jr. Originalmente publicado no Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, 29.11.1988. O texto comenta a exposição Holofractal, de Kac, apresentada com Ormeo Botelho na Funarte, Rio de Janeiro, 1988.


"Holofractal, A Arte no Futuro", texto de Ligia Canongia. Originalmente publicado em O Globo, Rio de Janeiro, Segundo Caderno, 22.11.1988. O texto comenta a exposição Holofractal, de Kac, apresentada com Ormeo Botelho na Funarte, Rio de Janeiro, 1988.


"Wordsl", texto de Eduardo Kac sobre sua obra homônima apresentada no Salão Paulista de Artes Plásticas, Pinacoteca do Estado de São Paulo, 1987. Originalmente publicado na Folha de São Paulo, São Paulo, 11.11.1987. O texto comenta o holopoema "Wordsl".


"Inteligência e High Tech", texto de Reynaldo Roels Jr. Originalmente publicado no Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p. 4, 1.12.1986. O texto comenta a exposição Holopoesia 2, de Kac, realizada em 1986 na Funarte, Rio de Janeiro.


"A Arte da Síntese nos Holopoemas", texto de Reynaldo Roels Jr. Originalmente publicado no Jornal do Brasil, Rio de Janeiro, Caderno B, p. 7, 24/9/85. O texto comenta a primeira mostra de Holopoesia de Kac, apresentada com Catta-Preta em 1985 no Museu da Imagem e do Som de São Paulo e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage.


"No Museu da Imagem e do Som, a poesia do futuro", texto de Antônio Gonçalves Filho, Folha de São Paulo, Ilustrada, Agosto 1,1985.


"Poesia Holográfica: as três dimensões do signo verbal", manifesto de Eduardo Kac que introduz a holopoesia. Originalmente publicado no catálogo do VII Salão Nacional de Artes Plásticas, organizado pela Funarte e realizado em 1984 no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, pp. 43-44.


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